sábado, 10 de maio de 2008

Cumpom é dinheiro ou dinheiro agora é cupom?

Terça-feira, 4 de Setembro de 2007

CupomWeb no Jornal A Gazeta (MT)
A partir de agora, você também poderá retirar seus cupons com os melhores descontos também no jornal.
Uma parceria entre o CupomWeb e o Jornal A Gazeta (Mato Grosso) vai permitir que as oportunidades de economia CupomWeb cheguem àqueles que não têm acesso à Internet.
Também, se você tem acesso à Internet e não tem um computador no momento em que vir a oferta, recorte o seu cupom e economize.
Se você tem o costume de ler jornal, terá agora mais uma vantagem: oportunidade de economia.
Nós, sinceramente, gostaríamos que todas as pessoas tivessem o hábito de ler jornais, para adquirir cultura, conhecimento e saber de tudo que acontece em nossa sociedade.
Mas, se você não tem o costume, ou não gosta de ler, compre o jornal pelo dinheiro que está contido nele, conforme conversamos no artigo Cupons são dinheiro.
A economia é muito maior que o preço do jornal. Vamos fazer conta:Imagine uma camisa polo que custa R$ 80,00 e no CupomWeb exista um cupom com preço de R$ 59,90, ou seja, desconto de R$ 20,10.
Imagine que comprando um jornal que pode custar R$ 2,50 para ter o cupom, ainda sobra um ótimo desconto de R$ 17,60.
Ótima oportunidade de economia, exclusiva do CupomWeb.
Postado por m1a1 News às 16:18

Dica: Stals Loja de Internet

sexta-feira, 9 de maio de 2008

James Blunt - Same Mistake

O Mesmo Erro
Assim enquanto eu virar em meus lençóis
E uma vez outra vez, eu não posso dormir
Caminhar, abrir a porta e sobre a rua
Olhar as estrelas abaixo de meus pés
Recordar os justos que eu tratei injustamente
Assim aqui vou eu
Olá, olá
Não há nenhum lugar que eu não posso ir
Minha mente é enlameada mas
Meu coração é pesado, ele mostra
Eu perco a trilha que me perde
Assim aqui vou eu

oo oooooo ooo ooo oo oooo...
E assim eu mandei alguns homens à luta,
E um voltou em mortos da noite,
mencionando “tê-lo visto meu inimigo?”
mencionando “olhou apenas como mim”
Assim eu ajustei-me para fora para cortar-se amim mesmo
E aqui vou eu

oo oooooo ooo ooo oo oooo...
Não estou pedindo uma segunda chance,
Eu estou gritando no alto de minha voz,
Me dê a razão, mas não me dê a escolha,
Porque eu farei apenas o mesmo erro outra vez,

oo oooooo ooo ooo oo oooo...

E talvez um dia nós nos encontremos
E talvez nos falaremos e apenas não
Não comprar causa das promessas
Não há nenhuma promessa que eu mantenho,
e minha reflexão me incomodaassim aqui vou eu

oo oooooo ooo ooo oo oooo...
Não estou pedindo uma segunda chance,
Eu estou gritando no alto de minha voz,
Me dê a razão, mas não me dê a escolha,
Porque eu farei apenas o mesmo erro (REPETE)outra vez

oo oooooo ooo ooo oo oooo...
Assim enquanto eu virar em minhas folhas
E uma vez outra vez, eu não posso dormir
Caminhar, abrir a porta e sobre a rua
Olhar as estrelasOlhar as estrelas, caindo para baixo,
E eu quero saber aonde, eu errei.

divulgação: by Stails Loja de Internet

segunda-feira, 5 de maio de 2008

A ONDA DAS IMPRESSÕES... By Stails

Segunda onda da terceirização
Por Denise Sammarone, da ChannelWorld
publicado em 01/08/2007
atualizada em 17/08/2007 12:26

Continuação da página anterior
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Segunda onda da terceirização
A indústria desenha um novo modelo de outsourcing, no qual a impressão passa a responder pela produtividade e a otimização dos processos.

A indústria de impressão espera colher bons frutos com a oferta da modalidade de outsourcing. Mas as revendas e os integradores estão preparados para atender a essa demanda?

Antes de responder positivamente à pergunta acima, pense com cuidado. Se sua empresa estiver enquadrada no perfil de revenda ou de integradora, mas não acompanha as transformações no cenário do outsourcing de impressão, corre o risco de perder seu filão nesse mercado, que, só em 2006, movimentou US$ 378 milhões em território brasileiro.
De acordo com um levantamento da consultoria IDC, após uma curva de crescimento, o modelo tradicional de tercerização de impressão deve acompanhar desaceleração nos números, a partir de 2010. Para Luciano Crippa, analista da consultoria, esse cenário reflete a commoditização dos serviços, o que tende a reduzir o valor médio dos contratos.
A boa notícia, no entanto, indica o analista, está no fato de que o setor já ensaia alternativas a esse decréscimo das receitas e desenha uma segunda onda do outsourcing. Crippa explica que o novo momento tem como marca o acréscimo de inteligência aos projetos, a partir de novas funcionalidades e de serviços integrados à impressão, como digitalização e gerenciamento eletrônico de documentos (GED), gestão de processos administrativos e de workflow, entre outros.
Para Richard Kenj, gerente de produtos da Oki Printing Solutions, a mudança no modelo de oferta das soluções de terceirização de impressão começa por uma quebra de paradigma desse conceito, que surgiu para controlar os custos das empresas, por meio da gestão do número de folhas impressas. “O papel vai acabar”, defende Kenj, lembrando que essa postura dos próprios clientes deve incentivar o surgimento de novas soluções, em especial, a gestão eletrônica de documentos como parte dos projetos de outsourcing

Com base nessa visão, o executivo sinaliza aos canais a necessidade de mudar o formato dos projetos, atualmente muito baseados no número de páginas impressas. “O importante vai ser contabilizar quanto a racionalização de custos significa para o cliente”, alerta o gerente.
Kenj aponta, contudo, que essa mudança de paradigmas tende a causar insegurança entre os gestores das revendas, as quais ainda contemplam a oferta de produtos – em detrimento das soluções – nos projetos de terceirização de impressão. “A volatilidade no custo dos equipamentos, que ainda pesa no preço final dos projetos, pode diminuir a margem de lucro dos canais a longo prazo e até gerar prejuízos”, acredita o gerente. Nesse sentido, ele defende que a oferta de serviços diferenciados pode reverter esse cenário, ao estimular o aumento das margens.
Como forma de transformar esse conceito em realidade no Brasil, uma das principais preocupações da Oki tem sido com o grau de eficiência do serviço prestado. Para tanto, a fabricante está intensificando as ações de treinamento dos canais, além de realizar um mapeamento de possíveis clientes.
Da mesma forma que a Oki, a HP também direciona seu discurso para uma mudança na postura das revendas que atuam com terceirização de impressão. “A orientação para o parceiro é a de que eles façam a aproximação dos clientes a partir de necessidades específicas e não com foco em produto”, comenta Renato Ferreira, diretor de produtos da fabricante. O resultado, segundo ele, deve ser um aumento do valor dos serviços dentro dos projetos de outsourcing e que, em média, giram em torno de 30%, contra cerca de 40% dos resultados com suprimentos e outros 30% referentes à oferta de hardware e de software.
Ainda de acordo com o diretor, os canais precisam estar atentos às demandas dos clientes corporativos por simplificação dos ambientes de TI, a partir da integração das diversas atividades. “O que não é exatamente uma novidade. Mas faz aumentar a busca por multifuncionais, os quais permitem, além de juntar a impressão com a cópia, dar mais inteligência aos projetos de outsourcing”, indica o executivo, lembrando que esses equipamentos com múltiplas funções são utilizados para melhorar processos administrativos.
Também na mesma linha, a Lexmark acredita que seu sucesso está balizado no aumento da participação dos serviços em sua receita. A meta do presidente da companhia no Brasil, Leonel Costa, é de que, até 2010, 20% dos resultados da subsidiária sejam provenientes da área de serviços, a qual, atualmente, não chega à metade desse valor. “Com o crescimento contínuo do faturamento, na casa dos 50% ao ano, bater essa meta parece plausível”, avalia Costa.
O presidente da Lexmark defende também uma miopia do mercado, em relação à queda das receitas provenientes do tradicional modelo de outsourcing de impressão. “Quem reforça esse tipo de reclamação parte do pressuposto de que o custo por página deve servir como base de cálculo para os contratos”, analisa o executivo, que acrescenta: “Nunca qualquer serviço real de terceirização pode ser commoditizado, pois, por natureza, a premissa básica dessa oferta é justamente o oposto”.

Nesse sentido, Costa sustenta que o outsourcing – termo que classifica como fumaça colorida – não deve ser entendido como uma complexidade de soluções, mas como o aluguel de máquinas atrelado ao serviço de impressão. E, de acordo com o presidente da Lexmark, sua empresa aconselha que as revendas e os integradores ofereçam a otimização dos processos de negócio, com base, principalmente, nos softwares embarcados nas impressoras.
Pelas contas do executivo, seis de cada dez parceiros da Lexmark já estão aptos a fornecer serviços de impressão.
Discurso da especialização
A Xerox, por sua vez, aponta a verticalização das ofertas de serviços como o primeiro passo para aumentar as margens de lucro dos parceiros que atuam com outsourcing de impressão. Nesse sentido, a empresa, que já atende aos segmentos de finanças e de indústria, deve ingressar nos nichos de governo, saúde e mercado publicitário. Para tanto, Marcelo Ferreira, diretor de operações e canais da fabricante, diz que está recrutando revendas especializadas nesses três novos setores.
Para a HP, a especialização também representa uma saída para superar a redução das margens de lucro dos projetos e uma maneira de ganhar espaço na segunda onda do outsourcing de impressão no Brasil. Assim como a Xerox, a fabricante busca inserir o parceiro no contexto de diferentes verticais, como a de governo, que representa um dos principais focos de atuação da companhia.
“O mercado é vasto. E para o canal ter um diferencial competitivo, ele precisa de especialização”, indica Ferreira, da HP, explicando que, atualmente, a fabricante iniciou um processo de avaliação e de recrutamento dos parceiros especializados e com atuação regional.
Outra tendência defendida por parte da indústria inclui a atuação no segmento de pequenas e médias empresas, o qual não era privilegiado pelo outsourcing de impressão. Segundo o diretor da Xerox, o SMB pode ajudar muitos canais que hoje trabalham com a simples revenda de produtos a virarem prestadores de serviços.
Dentro da estratégia de expandir as ofertas para o SMB, Ferreira conta que a fabricante tem disseminado uma série de serviços que, apesar de não representarem uma novidade para a indústria de impressão, são estratégicos para os parceiros interessados em atender clientes de porte reduzido. Entre as soluções criadas especificamente para apoiar essas ofertas, ele enumera a formação de uma equipe voltada a apoiar na definição do preço dos suprimentos; equipamentos com preços diferenciados, de acordo com o tempo do projeto; e oferta do software de gerenciamento, sem custo, para contratos de médio porte.

“Esse software de gerenciamento vai ser empacotado, junto com as impressoras, e deve ser comercializado pelos distribuidores, para atender projetos menores”, adianta o diretor. Segundo ele, a Xerox também aposta na já tradicional linha de financiamento como forma de atrair esses projetos no SMB. “O outsourcing requer do canal um fôlego financeiro para o qual ele pode não estar devidamente preparado”, pontua Ferreira.
Apesar desse movimento desenhado pela Xerox rumo às pequenas e médias empresas, o presidente da Lexmark, avalia que a rentabilidade dos canais pode ficar comprometida em projetos complexos de outsourcing para clientes de pequeno porte. “Esse tipo de empresa busca apenas aluguel, com manutenção do equipamento e oferta contínua de suprimentos”, avalia Leonel Costa.
Marco Serralheiro, gerente comercial e de marketing da Gestetner, também defende a visão de que oferecer outsourcing no nicho de pequenas empresas pode ser arriscado. “A conta é simples: baixos volumes podem não justificar o projeto”, afirma o executivo, lembrando que o custo tem de ser balizado na soma do preço do equipamento, do volume de suprimentos, do valor do serviço e da mão-de-obra, divido por página impressa. Dessa forma, Serralheiro aponta que as ofertas de terceirização só começam a ser viáveis a partir de 100 mil cópias mensais.
Dentro desse contexto, Serralheiro afirma que os canais começam a tomar consciência dessa dificuldade de chegar à margem ideal de lucro do outsourcing, o que promove um movimento rumo ao topo da pirâmide. “Uma corrida que pode causar um choque entre as revendas e o fabricante, quando a política de vendas indiretas não estiver clara”, ressalta o executivo.
No caso da Gestetner, como forma de driblar esse problema, desde 2006, a empresa abriu mão de parte das grandes contas, que antes eram atendidas diretamente, e concentrou seu trabalho comercial em cerca de 360 clientes. “O objetivo é fazer com que os parceiros possam ter uma fatia maior do mercado”, indica o executivo. Ele acrescenta, entretanto, que a premissa para os canais atuarem nesses projetos maiores é a qualificação dos profissionais, com o intuito de garantir a qualidade na entrega.

Com essa estratégia, que faz parte de um investimento de R$ 3,5 milhões em capacitação do time de vendas indiretas, a fabricante – que faz parte do grupo Ricoh – diz que conseguiu triplicar o número de parceiros. “Passamos de 20 para 60 empresas cadastradas”, comemora Serralheiro. Ele informa que isso refletiu também nas receitas geradas por canais, que passaram de 40% para 50% dos resultados da Gestetner no País.
De olho no SMB
Com a promessa de contrariar o discurso da indústria de TI de que o SMB representa um território pouco atraente à terceirização de impressão, a Star Outsourcing – divisão de integração do grupo coreano Star – planeja colocar no mercado, em setembro deste ano, ofertas de serviços específicos para empresas com menos de 200 mil impressões ao mês.
De acordo com Ricardo Collazo, diretor comercial da integradora, a iniciativa deve resultar em uma receita de US$ 5 milhões, no primeiro ano de atividade. O que deve representar impulso significativo no faturamento da empresa que somou US$ 10 milhões, em 2006.
Para consolidar a estratégia, a Star Outsourcing busca apoio dos fabricantes, que, de acordo com Collazo, têm reforçado um discurso voltado ao SMB, mas, na prática, ainda não conseguiram chegar ao modelo ideal de ofertas para esse setor.
A estratégia da Star Outsourcing prevê o envolvimento de parceiros no processo de vendas. Nesse sentido, deve utilizar os canais das fabricantes de impressoras com quem planeja fechar contratos, além das revendas atendidas pela distribuidora Star BKS – que também faz parte do grupo Star e deve responder pela logística. “Tanto no processo de captação de oportunidades quanto no fornecimento de suprimentos, o time de vendas indiretas será a chave para a iniciativa obter bom desempenho”, indica o executivo.
Collazo informa ainda que a infra-estrutura para prestação do serviço está sendo desenhada. “Devemos empacotar soluções e fazer toda a interface pela internet”, indica o executivo, adiantando que um dos diferenciais da oferta deve ser o software de gerenciamento de serviços. Segundo o diretor, essa ferramenta possibilitará a formatação das ofertas de impressão, agilizando a criação das propostas de serviço.
Channelworld - Edição de Agosto - nº 09 - Seção Estratégia
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quinta-feira, 24 de abril de 2008

Profissão: blogueiro

Profissão: blogueiro
Tem gente que vive de blog. Duvida? Veja o que eles dizem...
Por Mônica Vitória • 19/04/2008
Você já ouviu falar de blog? Com certeza sim, e provavelmente até teve um. Febre virtual na virada do milênio, o blog é um site pessoal (ou comunitário) que reúne uma coleção de textos em blocos (os posts, que podem vir com imagens e/ou vídeos) publicados instantaneamente na internet. Essas mensagens costumam ser atualizadas com freqüência e possuir diversos links para páginas externas, e são sempre datadas e organizadas cronologicamente, sendo as mais recentes as primeiras a aparecerem na página. Já se lembrou do que se trata? Então, segure-se na cadeira para ler alguns dados sobre a "blogosfera": segundo levantamento do site Technorati, especializado em busca de blogs, existiam cerca de 100 milhões deles na internet até o ano passado. E de acordo com o Ibope/NetRatings, quase metade dos internautas brasileiros acessa esse tipo de site atualmente. E tem aqueles que vivem disso.
Além da gratuidade de muitos sistemas de publicação online, a praticidade do uso e a possibilidade de publicar e compartilhar idéias são alguns dos motivos que atraíram milhões de usuários para a blogosfera. A primeira onda do fenômeno (entre 2000 e 2003) atraiu especialmente os jovens, impulsionados pelas facilidades das ferramentas de edição que apareceram. Com eles, os posts ganharam um estilo pessoal e intimista, traduzindo-se numa espécie de diário virtual - marca que perdurou por muito tempo e até hoje incomoda alguns bloggers. Mas a comunidade blogueira, em expansão, passou a se preocupar mais com o interesse dos seus leitores e a buscar uma junção entre objetividade e subjetividade. Sem abandonar a variedade e a informalidade presente na blogosfera, as tendências se modificaram nos últimos anos. Ainda que sejam minoria, os blogs mais "profissionais" têm cada vez mais adeptos no Brasil.
Ser profissional não é simplesmente ser remunerado, é trabalhar sério e produzir um trabalho de qualidade, naturalmente esse esforço adicional vale uma remuneração
Bem-vindo à blogosfera
A origem do termo, cunhado pelo americano Jorn Barger em 1997, vem da conjunção de duas palavras em inglês: web (rede) e log (diário de bordo ou arquivo/registro de atividades). Portanto, de início, os blogs nada mais eram do que um guia de navegação pela internet. Hoje, porém, eles estão se tornando verdadeiras fontes - de informações e de renda. Sim, há pessoas que ganham dinheiro blogando. Uma prova está no trabalho do empresário Edney Souza, o dono do portal de blogs InterNey. Edney, que trabalhava como analista de sistemas, criou uma página pessoal que depois deu origem a um blog, que ficou muito popular na internet. Com a "brincadeira", ele passou a publicar anúncios para obter algum retorno financeiro. Este retorno foi tão grande que Edney simplesmente resolveu largar o emprego de gerente de sistemas para "viver de blog", o que lhe rendia mais grana do que o salário que tinha... Hoje, por mês, as visitas ao InterNey passam de um milhão e meio e a renda gerada é de mais de R$ 20 mil.

A remuneração que se pode ter a partir de um blog vai depender da popularidade e da seriedade com que o blogueiro leva sua página. Para Edney Souza, o que mudou na blogosfera nos últimos anos é traduzido em duas palavras: ilusão e profissionalismo. "Muita gente melhorou a qualidade do seu blog o suficiente para dizermos que há um novo mercado, uma nova mídia a ser explorada. Simultaneamente, muita gente está achando que essa é uma nova 'serra pelada' e que basta abrir um blog com qualquer baboseira para ficar rico", analisa. Quem consegue se desfazer da ilusão e pôr a mão na massa naturalmente se torna o que chamamos de "blogueiro profissional", ou problogger.
"A diferença do blogueiro 'comum' e o blogueiro profissional é a mesma de um confeiteiro 'comum' e um profissional: ambos fazem bolos e doces, mas você nota uma diferença significativa de 'sabor' e qualidade no trabalho do segundo. Ser profissional não é simplesmente ser remunerado, é trabalhar sério e produzir um trabalho de qualidade, naturalmente esse esforço adicional vale uma remuneração", explica Edney, que hoje se vê mais como um empreendedor da blogosfera do que um blogueiro profissional. Outro que também foi pioneiro neste nicho foi Carlos Cardoso, do Contraditorium [ www.contraditorium.com ], que também abandonou um emprego como analista de sistemas, em 2005, para se dedicar apenas aos seus blogs. Cardoso, aliás, é considerado o primeiro blogueiro profissional do Brasil. A empreitada deu tão certo que muitos seguiram seus passos e fizeram dos blogs um bom negócio.

terça-feira, 22 de abril de 2008

Wi-Fi em pleno ar??????

Wi-Fi em pleno ar

Agora que o uso de celulares começa a ser liberado em alguns vôos, várias companhias aéreas estão se preparando para oferecer hotspots aos passageiros.
As tecnologias usadas para levar a internet para dentro do avião variam do satélite às próprias redes celulares. Na aeronave, o sinal será distribuído por Wi-Fi.
Entre as empresas que pretendem estrear o recurso no próximo trimestre estão a American Airlines, a Alaska, a Southwest e a Virgin America. A estimativa de preços deve ficar entre 6 e 13 dólares por vôo.
No ano passado, a companhia JetBlue também começou a oferecer Wi-Fi em alguns vôos. E de graça. A iniciativa é patrocinada pelo Yahoo! e pela RIM, a dona do BlackBerry.
http://info.abril.com.br/blog/debora/20080422_listar.shtml

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sexta-feira, 4 de abril de 2008

Mato Grosso Digital 2008

04/04/2008 09:19 Palestras são atrações garantidas no "Mato Grosso Digital 2008"
De olho nas principais tendências sobre o mundo das comunicações e o tratamento das informações e suas conseqüências, a edição do “Mato Grosso Digital” deste ano promete atrair diversos profissionais e acadêmicos ligados à área tecnológica. Trazendo novidades, a operadora de telecomunicações Brasil Telecom marca presença com a realização de palestras e a exposição de um estande no congresso que vai de 17 a 19 de abril, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. O Governo do Estado é parceiro do evento. Para falar sobre Rede 3G e Metro Ethernet, a BrT traz a Cuiabá uma “fera” na área. Formada há 11 anos em Engenharia Elétrica na University of Maryland at College Park (EUA), Eliane Bischoff atua há mais de oito anos em Telecom. Com pós-graduação em Desenvolvimento Gerencial na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), MBA na FGV em Administração Estratégica de Sistemas de Informação e mestranda da Universidade de Brasília em Engenharia Elétrica, Bischoff está há quatro anos na BrT. Atualmente trabalha na Diretoria Adjunta de Tecnologia e Arquitetura e representa a Brasil Telecom na FMCA (Fixed Mobile Convergence Alliance – Aliança de convergência fixo-móvel). Os participantes interessados poderão conferir as palestras no dia 18 de abril, a partir das 17h. Com o tema “Mais Tecnologia Menos Custo de Gestão”, são esperadas 12 mil pessoas nos três dias do evento, que pretende aproximar o cidadão comum, empresas e governo dos benefícios proporcionados pelas inovações tecnológicas. Afinal, ainda hoje, não é difícil encontrar alguém que se “enrole todo” quando o assunto é Tecnologia da Informação (TI). Complexo até certo ponto, os produtos e serviços do setor estão cada vez mais presentes no dia-a-dia dos mato-grossenses. Dentre a lista de desafios encarada pela operadora de telecomunicações, destaca-se a necessidade de atender às diversas exigências dos consumidores, levando em conta a realidade distinta de cada um. Em Mato Grosso, os biomas naturais – pantanal, cerrado e floresta amazônica – e as distâncias territoriais contribuem para a constante superação de obstáculos. “Mais do que disponibilizar serviços convergentes, a BrT oferece soluções completas voltadas não apenas para quem pode desfrutar do portfólio integrado. Além de tudo, é preciso estar atento às características de cada localidade”, frisou o diretor da Brasil Telecom em Mato Grosso, Wagner Oliveira Gomes. Metro Ethernet - É uma solução otimizada para o transporte de dados em redes WAN (Wide Area Network). As perspectivas sobre a tecnologia se baseiam em um tripé formado por sua escalabilidade, flexibilidade e confiabilidade, a um preço acessível. Ou seja, a solução permite que as companhias adquiram banda de acordo com as suas necessidades, o que não ocorre com as tecnologias mais antigas, e possibilita isso sem a aquisição de novos equipamentos e infra-estrutura. A garantia na qualidade vem dos acordos de níveis de serviços (SLAs) previstos em contratos, chegando a 99,9%, resultado das topologias em anel Gigabit Ethernet. A redução de custos é outro fator de vantagem competitiva do Metro Ethernet, principalmente pela simplificação da solução e por ser aplicada diretamente sobre uma rede de fibra óptica. 3G - Após uma acirrada concorrência, a Brasil Telecom escolheu dois fornecedores para a implantação da infra-estrutura da sua rede 3G. A chinesa ZTE será responsável pelos equipamentos de acesso que serão usados no AC, RO, MT, MS e TO. Já a sueca Ericsson será a fornecedora do core da rede. A mesma empresa também está encarregada de fornecer 80% dos equipamentos da rede de acesso, que serão utilizados nos estados GO, PR, SC, RS e no DF. A tecnologia 3G representa uma perspectiva importante para a oferta de novos serviços, com os recursos previstos nesta modalidade como alta velocidade, gestão de qualidade de serviços, escalabilidade, segurança e mobilidade irrestrita. Trata-se de uma perspectiva importante para a oferta de serviços diferenciados. Será possível, por exemplo, além do acesso móvel à internet em alta velocidade, oferecer serviços como Mobile TV, vídeo comunicação, compartilhamento de vídeos, jogos em alta velocidade, entre outros, que aliam a alta capacidade ao conforto da mobilidade. Autor: Raquel Ferreira

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