terça-feira, 28 de outubro de 2008

Clientes da Vivo já podem pedir o desbloqueio do seu iPhone 3G direto no site | euPodo.com.br

Clientes da Vivo já podem pedir o desbloqueio do seu iPhone 3G direto no site euPodo.com.br: "Clientes da Vivo já podem pedir o desbloqueio do seu iPhone 3G direto no site
October 21st, 2008 Postado em Noticias, iPhone por oct
A Vivo disponibilizou no seu site uma ferramenta que permite que os seus clientes possam desbloquear seus aparelhos sem ter que ir na loja. Para isso o cliente deve acessar a função de desbloqueio, o cliente deve clicar em atendimento e depois em “Vivo Online“.
Segundo o BlogdoiPhone o o sistema tem gerado um erro ao tentar criar o protocolo, mas isso pode ser porque o desbloqueio do iPhone é feito através da Apple e não é a operadora que tem esse poder. O desbloqueio gratuito de aparelhos passou a ser garantido pelas novas regras da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que entraram em vigor em fevereiro deste ano.
Como nenhum dos celulares aqui do euPodo é Vivo não temos como testar, mas se você tiver um e testar, nos conte como foi :D
Via Plantão Info"

Eraldo Stails - Loja de Internet - Mega Bônus - Cliente Satisfeito

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

PC pré pago Brasil II

Magazine Luiza testa projeto de PC pré-pago
Segunda-feira, 20 de junho de 2005 - 17h34
SÃO PAULO – Cerca de 400 clientes já compraram o PC pré-pago oferecido pelo Magazine Luiza. A expectativa do varejista é vender duas mil máquinas até janeiro de 2006.
Com modelo inspirado no de celular, o PC pré-pago é um projeto mundial da Microsoft que está sendo testado inicialmente no Brasil em parceria com o Magazine Luiza. O micro funciona com cartões e trava quando os créditos de hora acabam. A recarga é controlada por uma versão do Windows XP, criada especialmente pela Microsoft nos EUA para este modelo.
O Magazine Luiza está trabalhando com três modelos com preços a 600, 990 e 1.390 reais. Todos são montados pela Solectron com processador Celeron da Intel. Assim como as operadoras de celular, o varejista está subsidiando as máquinas para estimular vendas.
Frederico Trajano Rodrigues, diretor de marketing do Magazine Luiza, explica que o varejista queria ter um PC acessível à população de baixa renda a menos de mil reais para se equiparar a outros itens da loja, como é o caso de geladeira e lavadoras de roupa.
O PC pré-pago de 600 reais tem sido procurado por famílias para ajudar os filhos na educação. Pelo sistema, o cliente compra um cartão com uma quantidade de horas. O custo da hora vai de 50 centavos até 3 reais, dependendo do plano. Quando o cliente atingir um determinado número de crédito o computador não precisará mais de recarga para funcionar.
As máquinas vão sem acesso internet, mas o Magazine Luiza pretende fechar parceria com algum provedor para que o usuário leve a máquina com conexão web. O projeto começou em abril e está na fase de pré-teste. “Somente no final deste ano é que teremos condições de medir resultados e saber se a idéia é viável”, informa Alexandre Toledo Leite, gerente de marketing do Windows na Microsoft Brasil.
Edileuza Soares, do Plantão INFO

PC pré pago no Brasil

Microsoft testa no Brasil nova fase de PC pré-pago
Segunda-feira, 22 de maio de 2006 - 10h37
SÃO PAULO – A Microsoft vai anunciar nesta terça-feira (23) detalhes da segunda etapa de testes do modelo de negócios que vende computadores de modo pré-pago. Nesta etapa, mil máquinas com Windows XP serão colocadas à venda para o público interessado.
O conceito baseia-se em oferecer um PC com configuração simples a preços fortemente subsidiados. O usuário paga, no ato da compra, cerca de um terço do valor real do equipamento. Para quitar a máquina, o usuário deve comprar “cartões pré-pagos”. O modelo possibilita que o usuário pague o financiamento do PC no ritmo mais adequado à sua disponibilidade de renda.
Os cartões pré-pagos liberam o uso do PC. O usuário paga mais na medida em que usa mais o computador. O negócio é uma alternativa estudada pela Microsoft para fazer frente ao avanço das vendas dos PCs do programa governamental “Computador Para Todos”, que vende máquinas com juros subsidiados e software livre.
A corporação pretende usar a experiência do modelo “pré-pago” no Brasil para decidir se é viável ou não explorar o modelo em outros países emergentes. Estão na lista de países onde a MS pode apresentar o projeto a China, Eslovênia, Hungria, Índia, México, Rússia e Vietnã.
No anúncio da terça-feira, a MS deve detalhar a configuração do PC pré-pago que será vendido nesta fase, bem como detalhar sua parceria com fabricantes de hardware e do setor financeiro.
Felipe Zmoginski, do Plantão INFO

quinta-feira, 17 de julho de 2008

SAAS CONTINUAÇAO

A verdade sobre SaaS
Galen Gruman* e Marina Pita
Publicada em 27 de novembro de 2007 às 18h01
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Mas usar uma ferramenta SaaS padrão não significa, necessariamente, que todas as empresas vão extrair os mesmos resultados. “A ferramenta é capacitadora. Mas você controla os processos de negócio”, argumenta o CIO da Accenture. Várias ferramentas de CRM, como Salesforce.com, são louvadas por capacitar processos individuais das empresas e, ao mesmo tempo, fornecer-lhes uma base de código padrão altamente configurável. “Como você utiliza a configuração é o molho secreto. Aí entram em jogo suas diferenciações de processos”, diz Martin Perry, CIO da Sapphire Technologies.

Onde SaaS não faz sentido
Quando as aplicações dizem respeito ao core da empresa — tipicamente, sistemas de manufatura, ERP, finanças e business intelligence —, o uso de SaaS requer cautela. Estas aplicações costumam ser extremamente personalizadas, já que refletem os processos fundamentais que diferenciam uma empresa de seus concorrentes.
A distribuidora de equipamento Zones, por exemplo, desejava ter uma série de aplicações de BI personalizadas para analisar vendas e distribuição, mas o CIO e vice-presidente sênior, Anwar Jiwani, não queria criar o sistema internamente ou dedicar pessoal para gerenciá-lo. Ao cogitar ferramentas de BI no modelo SaaS, percebeu que seus relatórios ficariam genéricos demais para serem úteis. Por isso, contratou a SeaTab Software para projetar e hospedar aplicações de BI personalizadas. A idéia era obter a tecnologia desejada com o mínimo de investimentos em recursos internos. “Minha meta era terceirizar o desenvolvimento de BI”, conta Jiwani.
Mas para toda regra há exceção. Na Guascor do Brasil, empresa ligada a produção de energia no norte do país, o modelo SaaS foi escolhido para nada mais nada menos que o ERP – e resultou na aproximação da área de TI ao negócio. “Chegamos à conclusão que não somos uma empresa de TI, temos uma equipe reduzida, e, por isso, devemos concentrar nossas forças no apoio ao negócio”, explica Eduardo Vargas, gerente de TI da empresa ao justificar a opção. “O modelo SaaS assegurou um risco de transição menor. Foi uma quebra de paradigma que vamos levar para próximos projetos.”
Vargas garante que, mesmo no caso de uma aplicação crítica como o ERP, não sentiu falta de personalização. “Apenas alguns pequenos detalhes, sobre os quais estou conversando com o fornecedor para melhorar”, diz o executivo. Depois da experiência bem-sucedida, a intenção da empresa é partir para um piloto de SaaS em VoIP, com uma parceira gaúcha.
Outro aspecto que normalmente exclui a possibilidade de usar SaaS é a integração. Quando a Oracle sugeriu que a Seagate Technology usasse ERP on-demand, o CIO Mark Brewer disse não. “Seria maravilhoso não ter que gerenciar patches de software, mas o número de pontos de integração para o resto do meu ambiente é muito alto. Seria um grande problema gerenciar isso”, reconhece Brewer. Já para aplicações de RH, ele não teve problemas ao optar por SaaS porque a integração era simples.

O desafio da integração
Em certos aspectos, integrar SaaS pode ser mais fácil do que integrar aplicações desenvolvidas internamente, empacotadas ou fornecidas por um ASP. Isto porque a natureza do modelo requer que os fornecedores dêem mais atenção à questão, de modo que uma ampla variedade de clientes possa usar a aplicação sem qualquer personalização ou ajuda significativa. “A integração é um pouco mais fácil porque alguém já pensou um pouco no assunto”, diz Perry, da Sapphire.
Normalmente, o modelo de software como serviço funciona melhor quando os dados são trocados em lotes periódicos, não em ambientes transacionais em tempo real, diz Calvin Do, CIO da EFI, fornecedora de imagens digitais. Na EFI, os vendedores usam Salesforce.com para gerenciar potenciais clientes, mas, quando um desses ultrapassa o estágio da proposta, os dados são transferidos para o sistema ERP para análise do negócio e gerenciamento do pedido. Esta abordagem demanda duplicação de dados entre as aplicações ERP e SaaS, observa Do, e algum trabalho de integração personalizado para conciliar os dados quando eles são trazidos para o sistema ERP. Mas esta iniciativa consumiu metade dos recursos exigidos para promover integração similar entre aplicações internas, que não são tão bem projetadas para interoperabilidade

SAAS CONTINUAÇÃO

A verdade sobre SaaS
Galen Gruman* e Marina Pita
Publicada em 27 de novembro de 2007 às 18h01
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O que é e não é SaaS
Os fornecedores abusam do termo SaaS, utilizado com freqüência para qualquer aplicação hospedada que possa ser acessada via internet. “Alguns provedores estão ‘re-rotulando’ como SaaS abordagens de terceirização de aplicações mais tradicionais, o que corre o risco de confundir e contrariar compradores”, avalia Ben Pring, vice-presidente de pesquisa do Gartner
Software como serviço tem um significado especial e é essencial conhecê-lo para entender sua função. Com SaaS, existe apenas uma base de código utilizada por todos os clientes. O software pode ser configurado por usuários conforme suas necessidades individuais, mas a base é a mesma para todos. Qualquer aprimoramento para atender às solicitações de um cliente está disponível imediatamente para todos os clientes. O modelo de dados e a arquitetura de sistema por trás da aplicação também não são personalizáveis. Portanto, esqueça vantagem competitiva ou diferenciação.
O benefício para o fornecedor é perder menos tempo gerenciando compatibilidades e upgrades de várias versões do software. Esta foi uma das razões para as firmas de venture capital terem-se aproximado de SaaS. Além disso, este modelo reduz os custos iniciais e acelera o “time to market”, diz Warren Weiss, da Foundation Capital, que investe em startups com foco neste mercado desde 1996.
Para os CIOs, as vantagens são muitas: implementação mais rápida, acesso simplificado à tecnologia mais atual e menos bugs (a existência de apenas uma base de código reduz a complexidade que pode gerar erros). Os custos também são mais baixos se o fornecedor repassa a economia para a empresa-cliente. Por isso, SaaS é uma pedra no sapato dos veteranos modelos de TI on-demand terceirizados, como application service provider (ASP), business process outsourcer (BPO) e managed service provider (MSP).

Onde SaaS faz sentido
“Os custos iniciais não são grandes e você pode começar a trabalhar rapidamente e mudar de rumo se necessário. Não tenho tanta flexibilidade com aplicações empacotadas”, diz Modruson, da Accenture. “Precisávamos de agilidade no processo de crescimento do mercado e um grande investimento demandaria um tempo maior de aprovação”, diz Antonio Vanderlei Soares, diretor de tecnologia do Grupo Rede, empresa do setor de energia responsável pela atendimento em cerca de 30% do território nacional, que aderiu ao modelo “on demand” em billing.
A característica de SaaS que mais influenciou sua adoção por Soares é permitir a quantificação do custo de adicionar novos clientes à rede, algo um tanto nebuloso no antigo sistema – e muito relevante para empresa, já que seu número de clientes cresce 10% ao ano. “Agora a área de negócio consegue avaliar exatamente o retorno necessário para a inclusão de um novo cliente, pelo menos no que diz respeito aos gastos de TI” explica o diretor de TI do Grupo Rede.
A morosidade e o excesso de burocracia nas aquisições no setor público, tornam o modelo interessante também para as empresas do segmento. Caso do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, onde a adoção de SaaS significou a contínua atualização dos sistemas de segurança da informação. “Como em todo órgão público, qualquer nova contratação ou compra exige uma licitação prévia. O modelo SaaS, além de ser 40% mais barato que comprar equipamentos e ter uma equipe treinada, ainda garante que o sistema não esteja obsoleto em alguns meses”, diz Victor Murad Filho, diretor de tecnologia do TJES.
Mas nenhuma destas vantagens importa se a área da aplicação é altamente integrada com -- ou dependente de -- outras aplicações e processos. Uma aplicação SaaS precisa focar uma função razoavelmente isolada. “Desta forma SaaS torna-se possível em empresas maiores”, avalia Modruson. A Accenture implementou uma aplicação de gerenciamento de recrutamento via SaaS porque ela não interage em maior grau com outros sistemas. Só depois que um novo funcionário é contratado, seus dados são enviados para o ERP da companhia, que gerencia as permissões e outros atributos do funcionário a partir daí.
Apesar de ser uma das barreiras para a disseminação do modelo, a exclusividade pode ser, na visão de alguns, desnecessária. “As empresas têm uma visão inflada da importância da exclusividade de seus processos. Você sempre acha que precisa de mais personalização do que realmente precisa”, diz Bois, da AMR. Modruson, da Accenture, explica que as aplicações SaaS são menos configuráveis do que os pacotes, mas vê a questão como uma “dádiva oculta”, já que leva ao uso de processos padronizados.

Saas e as empresas

A verdade sobre SaaS
Febre na indústria de TI, o modelo de software como serviço ainda dá os primeiros passos nas grandes corporações
Galen Gruman* e Marina Pita
Publicada em 27 de novembro de 2007 às 18h01
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“E se criássemos um utilitário para automação empresarial que pudesse ser acessado via internet? Aí você não precisaria montar um data center! E não precisaria ter um CIO!” Foi o que disse, em junho de 2003, o CEO da Salesforce.com, Marc Benioff, apregoando os benefícios do então novo conceito de software como serviço.
Quatro anos depois, a Salesforce.com e outras dezenas de empresas estão cercando usuários e CIOs com conversas sobre todos os tipos possíveis de aplicações SaaS. O modelo parece estar em todo canto. É óbvio que, agora, os fornecedores de SaaS querem trabalhar lado a lado com os CIOs, e não substituí-los. Mas será que os CIOs precisam dos fornecedores de SaaS?
Talvez. Às vezes.
Para Marcos Pelaez, CIO da CSN, “SaaS é mais uma alternativa a ser avaliada”. “Software como serviço é apenas um meio para um fim. Faz parte de um mosaico de soluções”, concorda Peter Young, vice-presidente de TI da empresa farmacêutica MedImmune. Frank Modruson, CIO da Accenture, compartilha a mesma opinião. “Vejo SaaS como uma arma a mais no meu arsenal”, afirma. Estes três CIOs, todos com entusiasmo moderado, avaliam a utilização de aplicações SaaS...criteriosamente.
Até agora, de forma geral, o fenômeno do software como serviço está mais restrito às empresas menores. Na avaliação de Rob Bois, diretor de pesquisa da AMR Research, isto porque, para os CIOs do mid-market, esta pode ser a única maneira de obter soluções no nível corporativo.
Porém, o modelo talvez não supra as necessidades das empresas maiores. “As grandes empresas atingem um nível de maturidade que as faz entender que pode valer a pena comprar uma solução mais cara. O principal nesse caso não é tanto o preço, mas a funcionalidade”, explica Fernando Aires, consultor do IDC Brasil. Os CIOs das grandes corporações concordam que SaaS pode desempenhar um papel importante em seu portfólio de software, mas até seus adeptos reconhecem que deve ser um papel limitado. “Tenho muitas licenças subutilizadas. Adoraria pagar pelo uso de alguns softwares, como aqueles usados apenas duas vezes por semana”, afirma Pelaez.

SaaS e a empresa
Ao cogitar o uso de aplicações SaaS, os CIOs devem fazer várias perguntas a si mesmos. A mais crítica talvez seja se a empresa quer apoiar-se em um software projetado para ser usado por outras centenas de empresas. “Não espere algo exclusivo. Se você precisar que tudo seja personalizado, não terá sucesso com SaaS”, alerta Lloyd Hohenstein, vice-presidente de finanças, recursos humanos, bens imóveis e comunicação corporativa da Schwab Technology, divisão de TI da empresa de serviços financeiros Schwab. Pelaez vê outro ponto negativo em relação a adoção de SaaS, a perda do domínio da aplicação. “Acho complicado usar SaaS quando envolve processos de negócio. Não é tanto uma questão de segurança, mas a falta de domínio em um ponto crucial para a empresa pode deixar você na mão de um terceiro”, afirma.
No entanto, SaaS faz sentido se o processo “não é complexo”, diz Hohenstein. Se não existe uma boa razão para manter a tecnologia internamente — garantir níveis de serviço que um fornecedor não é capaz de garantir, por exemplo — então SaaS é uma boa opção. Desde que o software funcione corretamente, é claro.

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